3º FESTIVAL DE CINEMA UNIVERSITÁRIO DE ALAGOAS
As inscrições para apresentação de trabalhos acadêmicos na terceira edição do Festival de Cinema Universitário de Alagoas estão abertas até o dia 15 de setembro. Podem ser inscritas produções nas modalidades Resumo Expandido ou Artigo que sejam fruto de pesquisa na área do audiovisual. A divulgação dos selecionados será feita no dia 1º de outubro.
Para inscrever-se, é necessário preencher o formulário disponível no site do evento e enviar o texto em formato PDF para o e-mail do festival (festivaldecinema.al@gmail.com). O texto deve atender às normas de formatação indicadas no edital, disponível no site. Cada trabalho pode ser composto por, no máximo três autores, e cada autor pode inscrever até dois trabalhos.
A apresentação faz parte da programação do III Encontro de Cinema Alagoano, que desde o início integra a programação do Festival de Cinema Universitário de Alagoas, com o objetivo de ampliar o debate e proporcionar a circulação e o intercâmbio das produções acadêmicas. O Encontro ainda inclui mesas-redondas e oficinas.
SERVIÇO
III Festival de Cinema Universitário de AlagoasInscrições de trabalhos acadêmicos
Até 15 de setembro
Site: http://www.evento.ufal.br/cinema
Informações: 3214-1540
O FETO - FESTIVAL ESTUDANTIL DE TEATRO
O FETO - Festival Estudantil de Teatro chega à sua 13ª edição, reafirmando seu caráter nacional e sendo um espaço para diálogos, possibilidades e propostas da produção teatral estudantil feita hoje no país. Junto a espetáculos de diferentes linguagens cênicas – seja com textos próprios ou de terceiros, inéditos ou não – o FETO 2013 reunirá atividades formativas, intercâmbios culturais e encontros com profissionais das artes cênicas. Neste ano, o festival pretende trabalhar como um de seus eixos conceituais a trajetória do teatro estudantil no Brasil, passando pela própria história do FETO. Neste exercício – nem um pouco saudosista – de olhar para o passado, buscamos suscitar discussões sobre o presente e vislumbrar caminhos para o futuro.
FETO 2013 – Venha fazer parte desta história!
fetobh@fetobh.art.br
VINDA DA ZONA EM CURITIBA
20ª edição do Festival de Teatro de Curitiba, que reúne companhias teatrais de todo o país em mais de 400 espetáculos distribuídos em sua programação.
Criado em 1992, o evento já foi visitado por mais de 1,5 milhão de pessoas ao longo de sua história, atraídas por apresentações encontros, cursos, palestras e oficinas ligadas ao teatro.
A participação no Festival de Teatro de Curitiba foi muito relevante em vários sentidos, um dos principais encontra-se no fato de a Escola Técnica de Artes – ETA, compartilhar sua produção com o público de outros estados brasileiros, onde tiveram a oportunidade de tomar conhecimento da existência da Escola e sua importância na formação de artistas e agentes culturais na sociedade alagoana.
Criado em 1992, o evento já foi visitado por mais de 1,5 milhão de pessoas ao longo de sua história, atraídas por apresentações encontros, cursos, palestras e oficinas ligadas ao teatro.
A participação no Festival de Teatro de Curitiba foi muito relevante em vários sentidos, um dos principais encontra-se no fato de a Escola Técnica de Artes – ETA, compartilhar sua produção com o público de outros estados brasileiros, onde tiveram a oportunidade de tomar conhecimento da existência da Escola e sua importância na formação de artistas e agentes culturais na sociedade alagoana.
Outro aspecto construtivo ocorreu na vivência com outros artistas e na apreciação de suas montagens, o festival oportuniza um leque diversificado de trabalhos, e podemos ter uma idéia do que o Brasil está produzindo na área teatral. Na contemplação de espetáculos do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Curitiba, Minas Gerais, São Paulo, Brasília e Manaus, pode-se dizer uma visita ampliada em um só lugar no Brasil.
Diante da participação no Festival ficou a vontade e estímulo de continuar o diálogo com mais eventos da área como forma de educação continuada e troca de experiências da linguagem teatral.
Diante da participação no Festival ficou a vontade e estímulo de continuar o diálogo com mais eventos da área como forma de educação continuada e troca de experiências da linguagem teatral.
ADIAMENTO DO FESTIVAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
CENTENÁRIO DA REDE FEDERAL
DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
Ofício Circular nº 149/2010/GAB/SETEC/MEC
Brasília, 14 de outubro de 2010.
Aos Diretores de Escolas Técnicas Vinculadas a Universidades,
Assunto: Adiamento do Festival de Cultura e Arte da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica.
Senhor (a) Diretor (a),
Como é de conhecimento de Vossa Magnificência, o Ministério da Educação, por meio desta Secretaria, programou como encerramento das comemorações do Centenário da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica, a realização do Festival de Arte e Cultura da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica, previsto para o período de 24 a 28 de novembro de 2010. As inscrições das atividades já estão encerradas e contam com a inscrição de mais de 4000 participantes e mais de 700 obras, divididas entre as modalidades de dança, música, artes plásticas, audiovisual e teatro, oriundas de 46 instituições de todos os estados brasileiros.
2. Entretanto, em que pese todo o empenho da equipe coordenadora das atividades do Centenário da Rede e dos representantes das Instituições participantes do Festival, tornou-se inviável a realização do mesmo na data inicialmente prevista, devido às restrições legais impostas pelo período eleitoral, especialmente no que se refere a contratação de serviços necessários para a infraestrutura indispensável para abarcar as centenas de atividades inscritas nas suas especificidades. Por outro lado, também não seria possível desenvolver qualquer ação de divulgação do Festival.
3. Estas restrições, que somente serão extintas em 31 de outubro, quando se encerra o período eleitoral, certamente prejudicariam imensamente a realização do Festival, uma vez que restariam apenas 23 dias para a organização de toda a infraestrutura do evento e para sua divulgação. Em prazo tão exíguo, não seria viável oferecer aos participantes do Festival de Cultura e Arte da Rede Federal as condições adequadas para um evento desta magnitude, atendendo a todas as expectativas geradas pela sua realização.
4. Diante disso, a Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica decide pelo seu adiamento. De imediato, compromete-se em assegurar todos os recursos necessários para que o mesmo seja realizado concomitantemente com o II Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica, que será sediado pelo Instituto Federal de Santa Catarina, em Florianópolis/SC. Ainda, compromete-se com a revalidação de todas as atividades já inscritas.
5. Além disso, a realização do Festival de Cultura e Arte da Rede Federal no mesmo período que o Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica dará maior visibilidade e maior interação às ações culturais da rede, potencializando a arte e a cultura.
Atenciosamente,
ELIEZER PACHECO
Secretário
Rede abre inscrições para o Festival de Arte e Cultura
Estão abertas as inscrições para o I Festival de Arte e Cultura da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, evento que marca o encerramento das comemorações do centenário da rede. As inscrições se estendem até o dia 03/09/2010 . Somente servidores e alunos das instituições federais de educação profissional podem participar.
O festival será realizado entre os dias 24 e 28 de novembro, no Distrito Federal. A programação contará com modalidades de dança, teatro, mostra audiovisual, música, fotografia, oficinas, relatos e artes visuais. As apresentações, gratuitas e abertas à população, vão ocorrer em instituições de ensino de Brasília, Samambaia, Gama e Planaltina.
De acordo com Márcia Rosane Oliveira Dicenna, representante cultural do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Roraima, os artistas do estado estão se preparando para o festival desde a primeira reunião que ocorreu em Brasília, no mês de maio. “Temos oficinas de danças nas terças-feiras e aula de teatro no sábado, além de projeto de iniciação científica na Serra do Tepequém, onde está sendo feito um documentário”, conta.
As inscrições serão feitas pelos representantes culturais das instituições previamente cadastrados na Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do Ministério da Educação.
Fonte:http://culturadigital.br/festivalredefederal
DIÁRIO DE BORDO N.02
Orquestra Sinfônica Brasileira - 70 anos!
Por Prof. Dr. Eduardo Xavier
Theatro Municipal do Rio de janeiro, 17 de Agosto de 1940 - 17 de Agosto de 2010! Com a presença da nata social e intelectual carioca, o centenário Theatro abriu suas portas para um público também seleto, os amigos e parentes dos músicos da OSB. O concerto comemorativo abriu com a Orquestra Jovem executando o Hino Nacional, sendo a platéia regida pelo maestro titular da OSB Senior, Roberto Minczuk. Segui-se a "Entrada" do III Ato dos Mestres Cantores de Richard Wagner. Em seguida, retirou-se do palco sob grade ovação os jovens que, com uma bolsa mensal de cerca de mil reais, estudam com os professores da OSB e com os monitors de naipes. Entrou a orquestra senior e executou o mesmo programa do da estréia da orquestra, há 70 anos. A Abertura da ópera Oberon, de Carl Maria von Weber, a Sinfonia n. 5, em dó menor, opus 67 (vigorosa!), de Ludwig van Beethoven. Em seguida dois movimentos da Serenata para Cordas, de Alberto Nepomuceno seguido pelo Prelúdio, Dança dos Aprendizes e Entrada do III Ato dos Mestre Cantores, de Richard Wagner. O concerto foi encerrado com a peça de Jaromir Weinberger, Schwande: Polka e Fuga. A peça, por ser de quase total desconhecimento do público não poderia ter sido a última do programa haja vista que além desse fato, não termina jubilosa como requereria um concerto comemorativo. Certamente ou os Mestre Cantores ou a Quinta de Beethoven teriam tido maior efeito. Como bis, crianças do Coral Infantil da OSB juntaram-se à orquestra e cantando dos camarotes presidenciais, executaram um arranjo do Trenzinho do Caipira, de Villa-Lobos e um peça folclórica brasileira. A noite foi memorável pela data, pela presteza e sonoridade da orquestra, resgates do maestro Minczuk nos últimos anos que assumiu a direção artística da OSB.
O programa certamente serviu à platéia de estréia da orquestra, mas fica a pergunta: serviu para a platéia atual? O que destoou foi a peça de Weinberger como peça de fechamento de concerto, pois morna e quase desconhecida da platéia e os aplausos foram quase d´oblige. Claro, a OSB sempre será a OSB e seu carisma vai correndo o tempo, mas o bis poderia ter sido apresentado com alguma peça mais festiva, para cima (além claro, das crianinhas ainda verdes na arte do canto coral, contudo sem fazer feio, afinadas, entrado adequadamente no tempo e seguindo o maestro Minczuk, ese, todo orgulhoso e com razão!). Ficou uma discreta lacuna no final, mesmo com o charme de crianças cantando com a orquestra. Programa comemorativo nemj sempre combina com programa de estréia (ainda insisto na última peça, a Swanka, de Weinberger) . Mas isso são comentários que não empanam de forma nenhuma o brilhantismo da orquestra, de seu maestro competentíssimo e o charme da OSB. Além, claro, do ambiente glamuroso que são os vários recintos abertos ao público do centenário Theatro Municipal do Rio de Janeiro cheio de gente elegante, celebridades e felizes anônimos pelo evento, como os parentes dos músicos e este escriba que vos narrou o evento. Eduardo Xavier (do Rio de Janeiro).
Magdalena, de Heitor Villa-Lobos
A noite de 14 de agosto de 2010, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro foi buliçosa! Estreou na cidade a obra do maestro Villa-Lobos, Magdalena, que teve a sua première mundial no dia 26 de julho de 1948, em Los Angeles. Um atraso de 62 anos, apenas! Nos corredores do centenário teatro carioca, casa de todas as óperas e concertos, vi-me cruzando ou mesmo lado a lado com figuras de renome nacional e internacional da música brasileira. Os compositores Ricardo Tacuchian e Roberto Miranda em altas conversas com o meu amigo, produtor da Rádio MEC e cidadão honorário de Maceió, o teatrólogo Lauro Gomes. A quatro cadeiras de distância, estava o celebrado maestro Roberto Minczuk e ao meu lado uma das virtuoses do piano brasileiro, Laís de Souza Brasil. Simpaticíssima, conversamos animadamente. Pelos corredores, pude cruzar com os maestros João Carlos Ripper e o regente da Orquestra do Theatro Municipal, Sílvio Viegas que se interessou pelo curso de Música da UFAL. O barítono Lício Bruno, sempre agradável e uma das estrelas da noite, no encontro com os admiradores, o soprano Rosana Lamosa. Isso parece uma crônica social, mas inicio minhas observações desse modo para apresentar aos leitores o clima de encontros que agita os corredores e saguões do Theatro Municipal. Mas vamos à obra de Villa-Lobos (chamado muito carinhosamente pelos conterrâneos de Villa, simplesmente!). Segundo Bruno Furlanetto que assina a apresentação da peça, Magdalena não se inclui entre musical, operetta, grand opera, folk opera ou folk operetta. E o que vem a ser Magdalena, afinal? Uma mistura agradável de musical, operetta e ópera. Por que? Pelo musical, a obra de Villa-Lobos pode ser compreendida pela rapidez das passagens teatrais (assim como essa é uma das características da operetta), inda mais que o intérprete do personagem Pedro, tenor Fred Silveira, não impostou a voz como de costume nas óperas. O contraste com o soprano Rosana Lamosa (Maria) ficou bem evidente e anunciava algumas das intenções teatrais do compositor: talvez criar uma nova forma de teatro musicado ou mesmo deixar confusos os críticos. Quem sabe? Além disso, os cantores solistas tinham microfone de lapela, muito à moda dos musicais. Por operetta entendo que Magdalena também se adapte a essa conformação estética porque é plena de música leve e agradável, sem pretender encabular a platéia. Villa-Lobos brinca de pastiche ao colocar para uma cena da personagem Teresa (interpretada pelo excelente mezzo-soprano Luciana Bueno) uma paródia da "Habanera" da Carmen de Bizet. E finalmente, por ópera, entendo que a orquestração muito densa coloca também Magdalena no patamar desse tipo de teatro musicado. Muita percussão, metais e cordas e belos encontros das madeiras. Nessa première carioca, digamos que o musical de Villa-Lobos foi montado em forma de concerto: a orquestra no fosso e no palco o possante Coro do Theatro Municipal junto com o Coral Infantil da UFRJ, além dos solistas Inácio de Nonno (General Carabanas), Homero Velho (Padre José), Murilo Neves (Major Blanco) e Miguel Geraldi (Velho do Rio), além dos interpres anteriormente citados. A regência foi de Luís Gustavo Petri. Villa-Lobos foi muito feliz na composição pelo tema apresentado, uma trama colombiana que se passa em Paris e na Colômbia envolvendo um coronel tirano, dono de uma mina de esmeraldas e um casal de jovens apaixonados (Maria e José) e uma cozinheira digna de figurar nos círculos dos melhores mestres do cordon bleu, Teresa. Ouve-se claramente as brincadeiras do maestro quando insere composições anteriores, como a "Canção do remeiro do São Francisco", "Valsa da dor", "Poema singelo", "Pobre Peregrino", além de citações de ritmos brasileiros e latinos. Num dos momentos do segundo ato ( a peça tem apenas dois atos), ouve-se um baião, com o triângulo fazendo a festa com as cordas e o solista. Um dos momentos magistrais é a transmutação do tema de Teresa que passa de uma deliciosa valse a la française para uma marchinha de carnaval carioca e em seguida para um ritmo de salsa. Toda a platéia se movia com essa brincadeira musical e com certeza a vontade de todos era sair dançando adoidado pela platéia e corredores do Theatro Muncipal (que abrigou por muitos anos famosos bailes de carnaval! Pode?). Senti que a obra careceu de mais ensaios e a boa orquestra do teatro resvalou aqui e acolá, sem maiores comprometimentos, se assim nós a quisermos perdoá-la. A noite fria do Rio (17 graus) ferveu com a estréia carioca de Magdalena.
Prof. Eduardo Xavier (direto do Rio de Janeiro para o blog da Escola Técnica de Artes da UFAL).
II OFICINA DE RÍTMICA DALCROZE
II OFICINA DE RÍTMICA DALCROZE
de 9 a 13 de agosto de 2010
“Uma Educação Por e Pela Música”
Com IRAMAR RODRIGUES do INSTITUTO DALCROZE DE GENEBRA (SUIÇA)
“Cada gesto tem um som, cada som tem um gesto correspondente”
Jacques Dalcroze
INCRIÇÕES ABERTAS -VAGAS LIMITADAS
LOCAL: SECRETARIA DO ESPAÇO CULTURAL - CENTRO
Informações: (82) 3336-2828 Falar com Mozarina ou Fátima das 08:00 às 17:00 h.
Público Alvo: Professores e Alunos de Música , Dança, Educação Física, Teatro e Coralistas e músicos em Geral.
de 9 a 13 de agosto de 2010
“Uma Educação Por e Pela Música”
Com IRAMAR RODRIGUES do INSTITUTO DALCROZE DE GENEBRA (SUIÇA)
“Cada gesto tem um som, cada som tem um gesto correspondente”
Jacques Dalcroze
INCRIÇÕES ABERTAS -VAGAS LIMITADAS
LOCAL: SECRETARIA DO ESPAÇO CULTURAL - CENTRO
Informações: (82) 3336-2828 Falar com Mozarina ou Fátima das 08:00 às 17:00 h.
Público Alvo: Professores e Alunos de Música , Dança, Educação Física, Teatro e Coralistas e músicos em Geral.
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